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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Trilha sonora do Duke Nukem diferente




Duke Nukem 3D fez sua estreia nos PCs do mundo, em 1996. Com o sucesso acabou sendo portado para as mais diversar plataformas, como Saturn e Playstation. Investigando a versão do console 32 bits da Sony, percebo que um dos atrativos exclusivos para esta versão foi remasterizarem a trilha original.

Fique um tanto dividido nesta questão. Sempre gostei do estilo original do trilha do Duke e mesmo a versão a versão feita pelo MegaDeth é do meu agrado, mas... Esta versão remasterizado me deixa coçando a cabeça. Não tenho 100% de certeza que seja uma heresia, muito embora esteja longe de constar no hall dos clássicos. 

Escutem e tirem suas conclusões.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Nirvana em versão 16 bits

Pequena pérola auditiva em formato chiptune. Come As You Are, Lithium, and In Bloom do Nirvana em versão 16 bits do Mega Drive.





Os instrumentos aparentemente foram ripados do  jogo Comix Zone, contudo um trabalho muito bem feito. E caso alguém não faça a mínima idéia de como seja o Comix Zone aqui vai um vídeo instrutivo sobre como é o jogo:






Juntar vídeogame com quadrinhos desta maneira somente nos idos anos 90...

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Som da Sexta: Daft Punk - Technologic

Depois de algum tempo ausente, e sendo pontual, o som da sexta faz seu retorno com Daft Punk - Technologic.



Assustador este protótipo de "Exterminador do Futuro" infantil, não acham?

domingo, 23 de janeiro de 2011

Estranha coincidência?

Neste final de semana topei com dois trailers muito bons, mas com uma grande coincidência entre ambos.

O primeiro no sábado era sobre o Crysis 2. Como todo bom trailer, ele resalta as qualidades do jogo: "Be strong" (seja forte), "be fast" (seja rápido), "be invisible" (seja invisível), "be the weapon" (seja a arma). Isso faz parte da industria e do tratamento que já é dado de praxe aos jogos, por que não dizer logo, produtos. Afinal a Crytek e a Eletronic Arts, estão nesse negócio pelo lucro. Mas a música do Prodigy ao fundo deixa outra mensagem bem clara: Invaders must die! (invasores devem morrer). Confiram:


Agora no começo deste domingo eu topo com o segundo trailer. Agora para o aclamado, esperado e taxado de vaporware Duke Nukem Forever. Não é preciso ir longe para ressaltar as qualidades esperadas de um jogo com um personagem como Duke Nukem: mulheres em trajes sumários, ou sem roupas mesmo, comentários sarcásticos, violência na tonelada e, claro, aliens nas mais diferentes formas e tamanhos para chacinar. Depois de mais de uma década a combalida 3D Realms, suas salvadoras, a Gearbox Software e a 2K Games, bem como os credores/investidores de George Broussard esperam algum retorno financeiro. Porém, coincidência das coincidências: Prodigy com a sua Invaders must die, está novamente lá no fundo, a todo vapor.


 Mas por quê dois trailers lançados em espaço de tempo tão curto tem a mesma música de fundo? Apesar do gênero ser idêntico tanto no Crysis 2 quanto em Duke Nukem Forever, isto é, fps, a forma de aborda-lás e bem distinta. Enquanto em Crysis 2 a ação pende para o militarismo e com toques de realismo fantástico aqui e alí, Duke Nukem desde os primórdio investiu no humor adulto - ou na escatalogia, para as sensibilidades mais frágeis/influenciáveis. Nos dois jogos o apocalipse alienígena aconteceu, mas enquanto no primeiro isso é levado a sério, no segundo, é somente uma desculpa para diversão com armas de grosso calibre.

A minha suposição para esta estranha coincidência tem a ver com o longo tempo de produção de Duke Nukem Forever. Em mais de dez anos o público original de Duke Nukem 3D simplesmente envelheceu. Provavelmente se o trailer fosse empacotado com o tema original tocado pelo Megadeth eu ficaria satisfeito. Mas para as audiências mais novas, público alvo de Duke nestes dias, iria soar como um anacronismo. Algo semelhante a colocar um bom jogo dos anos 90 na mão de alguém nos seus 20 para 30 anos e na mão de um adolescente. No primeiro caso talvez desperte nostalgia e boas memórias. No segundo vai despertar o desconforto diante de algo arcaico como pixels e sprites. Então para atrair a atenção de um público maior o jeito é embarcar na "onda" de algo mais "moderno/contemporâneo" - e por tabela elevar a quantidade de potenciais compradores.

Mas isso é claro não passa de especulação da minha parte. O trailer de Duke Nukem Forever não ficou ruim, longe disso. Finalmente veremos algo realmente novo da franquia ser lançado. Contudo, ao menos em minha opinião o tema original tocado pelo Megadeth tem muito mais personalidade, mais vida e mais "cojones" que  o Prodigy. Ouçam e tirem suas prórprias conclusões:

sábado, 8 de janeiro de 2011

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

sábado, 20 de novembro de 2010

Som da sexta (atrasado): Black Label Society - Stoned and Drunk

Ok, ok, eu disse que tentaria mudar este hábito e colocar tudo em dia, mas infelizmente não será hoje... Antes de pegarem as foices e as tochas aproveitem o som do Black Label Society - Stoned and Drunk.


sábado, 30 de outubro de 2010

Som da sexta (atrasado): Ozzy Osbourne - Crazy Train

Isso já está virando um hábito, mas que pretendo mudar em breve - espero. O trabalho e uma alergia irritante estão consumindo o pouco tempo que disponho para o blog.


sexta-feira, 22 de outubro de 2010

sábado, 16 de outubro de 2010

Som da Sexta (atrasado): Raimundos - Eu quero ver o oco

Mais uma vez atrasado... Mas pra compensar..







Bons tempos, quando Raimundos eram Raimundos, com clássicos desse calibre e o Rock Nacional não estava tão "colorido" e meloso como está hoje.

sábado, 2 de outubro de 2010

Som da Sexta (atrasado): The Offspring - No Brakes

Mais uma vez estou atrasado. Desta vez com uma desculpa de ordem técnica - Sem eletricidade não se pode fazer muita coisa.



Creio que estou ouvindo demais Offspring...

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Som da Sexta: Offspring - All I want

Tentativa de ser pontual esta semana. Aproveitem!.





Tentei postar o clip original mas a incorporação estava desativada. Vai entender...

sábado, 18 de setembro de 2010

Som da sexta (atrasado): Rammestein - Du Hast ao vivo

Esse era para vir pro blog ontem, na sexta, mas motivos de "força maior" (desculpas e mais desculpas, quem não se cansa delas?) atrasaram este som da sexta. Rammestein é uma das bandas legais que descobri por acaso. Aparentemente não tinha nada para gostar do som dos caras, uma mistura de metal/rock industrial servido em alemão. Apesar disso, suas músicas "grudaram" agradavelmente em meus ouvidos.



Projeto AfterShock



Quake possui uma trilha sonora das mais pesadas e sombrias na longa história dos games. Obra do genial multi-instrumentista de rock industrial Trent Reznor, mesmo mais de uma década depois de lançada, ainda inspira jogadores e músicos pelo mundo a fora. Prova disso é o Projeto AfteShock, tendo por objetivo recriar cada música da trilha original do jogo. O resultado final ficou bacana, tentando aproximar-se ao máximo do conceito original da trilha. Você pode ouvir todas as músicas aqui.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Memórias de Twisted Metal 4


Conheci Twisted Metal quando estava na segunda versão nas locadoras de minha cidade. A bizarra combinação de pseudo-corrida e tiroteio criava uma ação consistente, pontuada pelos personagens absurdos e pela trilha sonora escolhida a dedo. No entanto, somente consegui ter uma cópia de Twisted Metal 4 alguns anos depois para PSOne. Muita coisa havia mudado entre as versões, os personagens absurdos foram de certo modo "sedados", e a ação tinha se tornado apenas mais do mesmo. A única nuance que permanecia intocada foi o cuidado na escolha das músicas. Ainda hoje algumas me assaltam a memória, como "Dragula" de Rob Zombie ou a menos conhecida "Time's running out" de Cirrus:



Bons tempos de explosões, gritos e disparos de nitro para escapar de um trem desgovernado em Neon City.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Bulletstorm: Um trailer e tanto


O novo projeto de Cliff Bleszinski atende pelo singelo nome de Bulletstorm. O enredo não é nada extraórdinário. É mais um conto de traição onde personagens violentos se debadem em torno de (uma possível) rendenção. Já ví isso antes e, pelo visto, vou continuar vendo por muito tempo. O próprio design dos personagens e cenários remetem a projetos anteriores, como Gears of War e Unreal Tournament 3, apenas com um pouco mais coloridos aqui e alí.

Mas o que chama a atenção no vídeo de lançamento do projeto não é a ação em sí. Por mais doido que seja as cenas me puxaram pela memória o extravagante Serious Sam (depois mostro algumas insanidades que só existem neste jogo - como a indescritível armadilha secreta). Mas a música. Os caras tiveram a coragem, ou a cara de pau, depende do ponto de vista, de colocar Wish do Nine Inch Nails como trilha de fundo. Vejam o trailer:



Agora confira com o material original o que de fato a música transmite de sensações:



Tudo a ver certo?. O pessimismo, a depressão, a sensação de mal-estar fervilhando do clipe original da música. O inferno em seu estado mais puro. Constraste "perfeito" com o jorro de testosterona, o colorido e a "chuva de balas" do trailer de Bulletstorm...

Se vai ser apenas um caça-níqueis ou vai entrar no hall do jogos respeitáveis só o tempo vai responder. Mas se o Nine inch Nails estiver no meio, e não apenas em um trailer bobo, então Bulletstorm já tem a minha atenção.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Austrian Death Machine: Get to the choppa!!!

As coisas andam um pouco lentas por aqui. Estou testando uma configuração nova para criação de mapas pro mod (Darkplaces + Netradiant + Openquartz). O trabalho todo é ficar livre dos arquivos proprietários da ID Software. Coisa difícil mesmo tendo uma montanha de projetos dito livres/opensource/etc. O licenciamento do código fonte (da engine) costuma não ser o mesmo dos recursos de arte (modelos, sons, texturas, mapas, etc). Isso quando não há compatibilidades evidentes entre os licenciamentos. Por exemplo, GPL não se mistura com Creative Commons e por aí vaí.

Mas voltando ao assunto, a configuração ainda não ficou bom o suficiente. Abre os mapas, visualiza, mas não abre as texturas quando necessário. E ainda não sei se dá pra compilar os mapas em bsp. Mas com o tempo, um pouco de tentativa e erro, isso se resolve.

Por hora fique com a Austrian Death Machine e a impagável "Get to the choppa".



Ganha um doce quem adivinhar qual ator é homenageado no vídeo. Dica: em sua época auréa o dito homenageado era um triturador humano de bandido/terrorista/seja-lá-o-que-diabos-for. Hoje é político de um dos mais importantes estados dos EUA - a Califórnia.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Encontrando coisas novas

Houve um tempo em que eu escutava The Prodigy de forma mais rotineira. Breathe, Voodoo People e Smack My Bitch Up, entre outras, consumiram algumas horas de minha vida. O tempo voou e novos interesses me ocuparam. Fazer o quê? É o mundo que gira. Nós também terminamos girando junto. Interessante é que mesmo assim vez ou outra somos arrebatados por uma nostalgia gostosa e irresistível de algo.

Ontem foi um desses dias.

Voltei do trabalho com aquela sensação boa. Desejando imensamente ser saciada. De ouvir alguma coisa daqueles malucos. Antes de dormir vasculhei o youtube pra matar esta vontade. A ironia é que acabei topando com algumas coisas novas do pessoal. E gostei bastante:



A sonoridade crescendo lentamente, antecipando o que está por vir. Um vocal que gruda (no bom sentido) no ouvido. Aumentando de intensidade até explodir na animação da festa. Interessante também como usaram o Stop Motion, com bonequinhos feitos de caixas de cigarros, para criar um mega rave dos infernos em um bar. Com a nostalgia devidamente morta cheguei a um conclusão simples:

Tenho que voltar a escutar esses caras com mais frequência.